Amamos com intensidade, nos entregamos de corpo, alma e coração.
Mesmo com algumas dúvidas, e elas sempre existirão, nós, mulheres, sempre entramos de cabeça numa relação. Na hora da decisão, entre prós e contras, sempre pendemos para o lado do coração. A razão, esta fica no cantinho, arquivada: no mínimo, serão bons momentos para recordar. Afinal, "antes mal acompanhada do que só", e alguém, um dia, irá dar jeito naquele galinha. Por que não eu?
No decorrer da história, acontece um evento que nos tira do sério: surpreendemos troca de olhares, conversas no msn, que são imediatamente fechadas ao chegarmos perto, troca de torpedos pelo celular, mas, "classudas" como somos, não iremos tomar o bendito aparelho para lê-las, claro. Pelo menos não na frente deles. E, claro, o Orkut, com aquelas mensagens das "amigas", que mandam beijos, dizem estar com saudades, oferecem telefone, dão "aquele mole", e o pior de tudo, o bendito espaço para "depoimento", onde nossos olhos não têm acesso.
Via de regra, quando estamos mooortas de ciúmes, ensandecidas, damos tapas, chutes, puxamos os cabelos do traidor. Enfurecidas, xingamos, ofendemos, arranhamos, mordemos, ameaçamos céus e terra. Loucas de raiva, aos poucos vamos sentindo a dor do coração partido, e percebendo, em lágrimas, que nada adianta... estamos impotentes! A gente gosta mesmo é daquele safado, cachorro, sem-vergonha, que está com aquela carinha de quem não está entendendo nada, de quem não fez nada, nem imagina o porquê disso tudo... "Que isso, amor? O que foi que eu fiz? Você entendeu mal, ela é só uma amiga! Você também não tem seus amigos?"
Ahhhhhhhh!!!!!!!! Que ódiooooooooo!!!!
Mas não há de ser nada... o vento que venta lá, venta cá! E, se nós não tivermos coragem para a vingança maior (todas sabemos a quê me refiro), a própria Natureza há de prover a Justiça Divina.
E nós, seres superiores, com todo o desvelo de quem ama, estaremos lá, exibindo um doce sorriso (bem feito, viu como é bom?), dando força:
_ Calma, amor, já vai passar ...

Então Miss Dayse é ciumenta. Sorte do homem que arranca suspiros e gemidos dessa mulher.
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